segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Onde Não Há Natal


(Hungry - S. Caruso)
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ONDE NÃO HÁ NATAL
(André L. Soares)
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Há, no ar... a nota triste
da viola caipira que lamenta,
chorando, tal chuva de primavera,
como se ser feliz fosse loucura.
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Há, no céu... o traço fosco,
riscando o azul com cor cinzenta,
resquício da antiga maravilha
da estrela que há muito se apagara.
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Há, no chão... só a esperança
da rosa novamente orvalhada,
fazendo rir a criança que agoniza
no retorno da pureza que se fora.
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Leia também:
Alma de Poesia /Gritos Verticais /Natureza Poética /O Poema de Cada Dia /Poética Herética /Raiz de Cem /Sons de Sonetos


3 comentários:

  1. Olá, queridíssimo amigo!

    Tem um presentinho pra você lá em meu blog. Passa lá e pegue-o.

    Cheirosssssssssss,

    Luh Oliveira

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  2. Se tem amor está bem, se não tem, vai mal.
    Cadinho RoCo

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  3. Meus sinceros votos de um feliz e renovador natal para você e seus familiares e que todas as suas esperanças se concretizem em 2009, .............!


    Abraço!

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